Visitando a Estação Pinheiros

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Ontem eu saí da faculdade, na região do metrô Tiradentes e fui a estação Pinheiros do Metrô de São Paulo e pude verificar a diferença frente as outras linhas. Ao embarcar na estação Paulista, o primeiro impacto foram as esteiras rolantes de acesso, porém a velocidade poderia causar acidentes aos incautos passageiros. De resto a aparência das estações é igual as outras inauguradas recentemente. Três detalhes me chamaram a atenção durante a viagem: a ausência de condutor, a livre circulação entre os vagões e o traçado sinuoso do percurso tanto em aclives e declives como em curvas para a esquerda e direita, mas a sinuosidade é suave e a viagem é agradável. O fato negativo é que nem nas estações, sequer nos túneis, há sinal ativo de telefone celular.

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Nota-se que as estações subterrâneas estão em profundidades elevadas, tendo nas estações uma grande quantidade de lances de escadas rolantes. Só a de Pinheiros tem cerca de 5 lances de escadas rolantes da plataforma a superfície. Como a integração com a CPTM ainda não estava pronta, tive que sair da estação e entrar na estação de trem para seguir viagem. Foi uma volta de cerca de 5 minutos caminhando até a plataforma da estação de trem. A previsão é que a integração com o trem esteja pronta em 2 de junho.

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Toda a viagem durou 1 hora e 10 minutos, sendo 20 minutos de trem e 50 minutos de metrô. Mas este tempo poderá ser de 10 a 15 minutos quando as estações Luz e República estiverem prontas. Também é preciso investir no Lead (intervalo entre trens) da linha da CPTM que ainda é muito alto, pois fiquei cerca de 10 minutos esperando o trem chegar.

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Com estas novidades e ajustes, é bem capaz de fazer o mesmo percurso, no futuro, em menos de 25 minutos.

Autor: Kazzttor

André Arruda dos Santos Silva, ou Kazzttor, é paulistano. Oriundo de família humilde, mas trabalhadora, viveu seus primeiros anos de sua infância no bairro do Ipiranga, cidade de São Paulo, e em seguida, mudou-se com sua família para Diadema, município vizinho, onde vive até hoje. Ativista, blogueiro, professor de informática, amante de tecnologia, esportes e artes, André procura em suas manifestações intelectuais escritas em seus blogs ou nas organizações as quais faz parte, mostrar um jeito mais humano, irreverente e diferente de ver e entender o mundo. Atualmente é universitário, bancário, participante de atividades sindicais, políticas e ideológicas, sempre tendo como objetivo buscar nos princípios éticos e de respeito mútuo a chave de uma sociedade mais harmônica e humanamente sustentável.

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