Pra você entender o pato plagiado da FIE$P!

Gente burra é foda. Pergunto ao tiozinho do começo do debate como foram as aulas de OSPB que tiveram no segundo grau, porque ô burrice!

Crianças coxinhas, de inteligência limitada pela veja, globo, jovem pan e assemelhados: quando vão usar o cérebro de vocês e estudar política?

Vamos aos fatos:
Como é a composição da câmara e do Senado? Não do ponto de vista partidário, pois é ilusório, mas do sócio-econômico? A maioria são empresários, líderes do agronegócio, não são gente como a gente, são quase tudo elite!
Mesmo sendo membros da base aliada eles iriam votar a favor de uma lei que “prejudicaria seus parceiros”? Ou até eles mesmos, pois estes parlamentares recebem mais de 28 mil reais por mês, ou
seja, pagariam 30% de imposto! Se eles votam o aumento do próprio salário, eles vão votar pra diminuir o salário deles, e ainda por cima com impostos? 

Deixem de ser toupeiras! Todo mundo quer uma aplicação de impostos mais justa! Pois quem ganha pouco paga muito imposto, e quem ganha muito paga quase nada! A Europa descobriu essa lógica, por isso tem muito francês rico fazendo uso de offshore para fugir do fisco!

Esse foi um comentário que fiz no Facebook contra opiniões contrárias neste post que vou  colocar aqui abaixo, para leitura e entendimento. 

  
Não seja feito de pato pela FIESP. Ela só se interessa pelos interesses dos ricos

(Carlos Milhomem) Vou explicar o que é aquele Pato-com-cara-de-morto da Av. Paulista, pra ninguém passar vergonha:

Existe uma proposta para abaixar E aumentar os impostos, ao mesmo tempo, no Congresso.

Isso mesmo, abaixa o IRPF de quem ganha menos e aumenta o IRPF de quem ganha mais.

A FIESP, dona do Pato, chama isso de “aumento de imposto”, mesmo que o imposto abaixe (ou isente) para mais de 80% da população.

“Oras, chega de aumentar os impostos, povo!”

Mas o que eles não dizem é que só aumenta o imposto pra quem ganha ACIMA de R$27mil por mês.

Para quem ganha ABAIXO de 27mil, o “aumento” iria ABAIXAR o imposto.

Pra você visualizar:

HOJE, quem ganha

Até 1.903,98 – é isento

1.903,99 até 2.826,65 – paga 7,5% de IRPF

2.826,66 até 3751,05 – paga 15%

3.751,06 até 4.66,68 – 22,5%

A partir de 4.664,68 – 27,5%

Como ficaria com a proposta aceita:

Quem ganha até

Até 3.390,00 – é isento

3.390,01 até 6.780 – paga 5% de IRPF

6.780.01 até 10.170 – paga 10%

10.170,01 até 13.560 – 15%

13.560,01 até 27.120 -20%

27.120,01 até 108.480 – 30%

A partir de 108.480,01 – 40%

E é por isso que tem gente CONTRA o Pato morto. Não é questão de pagar mais imposto, é questão de não ser enganado, de novo, pelos milionários.

Porque eu quero é que os ricos paguem o Pato, como em toda nação desenvolvida.

Agora, se for entrar na discussão de que a gente já paga muito imposto em produtos e serviços (como na maioria dos países pobres ou em desenvolvimento) em vez de taxar a renda, isso é mais um motivo para defender essa proposta. Porque assim podemos desonerar os produtos e, quem sabe, abaixar os preços finais de tudo, deixando tudo mais justo.

“Ahhh, mas nos EUA a taxa de IRPF é por volta de 8%.”

É, mas lá a gente não tem o déficit social que temos aqui. Se a gente estivesse taxando de forma justa os ricos há 50 anos, provavelmente poderíamos ter taxas mais baixas aqui.

Se a reclamação é de que a CPMF é um aumento de imposto, se lembre que ele foi criado no governo FHC e praticamente só pesa em quem tem muita transferência bancária. Nem pra mim e nem pra você.

E a CPMF permite aos bancos repassarem informações ao fisco e aumenta assim a transparência, evitando remessas ilegais.

Ou seja, imposto que abaixa pra pobre e aumenta pra rico é bom, Pato morto é ruim.

http://www.revistaforum.com.br/2016/01/05/bancada-do-pt-na-camara-defende-isencao-de-ir-para-salarios-ate-r-3-390/

Autor: Kazzttor

André Arruda dos Santos Silva, ou Kazzttor, é paulistano. Oriundo de família humilde, mas trabalhadora, viveu seus primeiros anos de sua infância no bairro do Ipiranga, cidade de São Paulo, e em seguida, mudou-se com sua família para Diadema, município vizinho, onde vive até hoje. Ativista, blogueiro, professor de informática, amante de tecnologia, esportes e artes, André procura em suas manifestações intelectuais escritas em seus blogs ou nas organizações as quais faz parte, mostrar um jeito mais humano, irreverente e diferente de ver e entender o mundo. Atualmente é universitário, bancário, participante de atividades sindicais, políticas e ideológicas, sempre tendo como objetivo buscar nos princípios éticos e de respeito mútuo a chave de uma sociedade mais harmônica e humanamente sustentável.

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